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	<title>relación entre periodistas y empresas archivos - Estudio de Comunicación</title>
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	<description>Consultora de Comunicación y Relaciones Públicas</description>
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	<title>relación entre periodistas y empresas archivos - Estudio de Comunicación</title>
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		<title>Estudo Cidot: “Pistas” para uma relação entre Jornalistas e Empresas (Briefing)</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Dec 2009 15:13:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091209CLI-ESTUDIO-briefingESTUDIOPERIODISTASPORTUGAL.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-989" title="briefing" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2010/03/briefing-157x300.jpg" alt="briefing" width="157" height="300" /></a>O e-mail surge como o meio mais utilizado para fazer chegar a informação às redacções. É também considerado “o mais prático” pelos jornalistas, seguido pelo “telefonema” e pelo fax. Esta é apenas uma das conclusões do primeiro estudo “Jornalistas e Empresas – Pistas para uma relação necessária” realizado em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">Com assinatura da consultora Cidot – Estúdio de Comunicação, o documento tem como “objectivo geral analisar as relações profissionais entre empresas e instituições e os Meios de Comunicação”, explica a empresa. Segundo adianta Marta Mimoso, directora-geral da Cidot Portugal, o estudo pretende ainda “clarificar o papel das agências de co¬municação no serviço que prestam às empresa”, considerando que “em Portugal, esse papel – e em particular as relações com os meios de comunicação social – continua envolto em polémica, desconhecimento e superstição”.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/12/09/estudo-cidot-pistas-para-uma-relacao-entre-jornalistas-e-empresas/">Estudo Cidot: “Pistas” para uma relação entre Jornalistas e Empresas (Briefing)</a> se publicó primero en <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com">Estudio de Comunicación</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091209CLI-ESTUDIO-briefingESTUDIOPERIODISTASPORTUGAL.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-989" title="briefing" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2010/03/briefing-157x300.jpg" alt="briefing" width="157" height="300" /></a>O e-mail surge como o meio mais utilizado para fazer chegar a informação às redacções. É também considerado “o mais prático” pelos jornalistas, seguido pelo “telefonema” e pelo fax. Esta é apenas uma das conclusões do primeiro estudo “Jornalistas e Empresas – Pistas para uma relação necessária” realizado em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">Com assinatura da consultora Cidot – Estúdio de Comunicação, o documento tem como “objectivo geral analisar as relações profissionais entre empresas e instituições e os Meios de Comunicação”, explica a empresa. Segundo adianta Marta Mimoso, directora-geral da Cidot Portugal, o estudo pretende ainda “clarificar o papel das agências de co¬municação no serviço que prestam às empresa”, considerando que “em Portugal, esse papel – e em particular as relações com os meios de comunicação social – continua envolto em polémica, desconhecimento e superstição”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como chega a informação aos jornalistas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Realizado a partir de 238 entrevistas, junto de jornalistas dos vários meios, o primeiro ponto sobre o qual foi solicitada informação aos profissionais teve a ver com o canal habitual através do qual recebem informações sobre empresas ou insti¬tuições para sua publicação.</p>
<p style="text-align: justify;">A conclusão é que não existe um canal único através do qual um Meio recebe notícias de empresas e instituições. O “correio electrónico” surge como o meio mais apontado, menciona¬do por 97,5% dos entrevistados, seguido pelo “telefonema” e o “fax”, com 68,1% e 64,6% respectivamente. Para além destes canais, 43,3% dos jornalistas mencionou também a “conversa pessoal” e 37,4% apontam a “Internet/Web”. Outros meios através dos quais são recebidas notícias são, segundo os jornalistas consul¬tados, o estafeta (31,1%) e o correio (20,2%).</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos canais considerados mais práticos para receber informação, os inquiridos, independentemente do meio onde trabalham, apontam em maioria o “correio electrónico”. Já quando analisados por meio de comunicação, os dados apontam uma maior percentagem de jornalistas de meios digitais a considerar mais prático o telefonema (25%). Valor superior à do resto dos profissionais, sobretudo os da rádio e da televisão (4,2%).</p>
<p style="text-align: justify;">Assumindo a importância do “correio electrónico”, a Cidot perguntou ainda aos jornalistas se preferiam receber as informações na sua própria caixa de correio electrónico ou na da secção. A preferência maioritária vai para o e-mail particular, adianta o relatório.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Comunicados de imprensa são os menos credíveis para os jornalistas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">“Comunicados de imprensa”, “conferências de imprensa”, “conversa telefónica” e “entrevista pessoal” foram os quatro modos diferentes de transmitir a informação considerados pelo estudo na questão: “da sua experiência do último ano, quais dos mecanismos utilizados pelas empresas e instituições lhe merece mais credibilidade?”</p>
<p style="text-align: justify;">Dos quatro, os mais credíveis foram a “entrevista pessoal” (51,3%) e a “conferência de imprensa” (16,4%). Já a “conversa telefónica” e o “comunicado” surgem como os canais menos credíveis (com 10,5 e 9,2% das respostas respectivamente).</p>
<p style="text-align: justify;">Estas são apenas algumas das conclusões do estudo da Cidot realizado em Portugal. Para saber mais, sobre o estudo e sobre a relação entre os jornalistas e as empresas, consulte a edição impressa do Briefing de Dezembro, já disponível no nosso site, aqui (página 42).</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F12%2F09%2Festudo-cidot-pistas-para-uma-relacao-entre-jornalistas-e-empresas%2F&amp;linkname=Estudo%20Cidot%3A%20%E2%80%9CPistas%E2%80%9D%20para%20uma%20rela%C3%A7%C3%A3o%20entre%20Jornalistas%20e%20Empresas%20%28Briefing%29" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F12%2F09%2Festudo-cidot-pistas-para-uma-relacao-entre-jornalistas-e-empresas%2F&amp;linkname=Estudo%20Cidot%3A%20%E2%80%9CPistas%E2%80%9D%20para%20uma%20rela%C3%A7%C3%A3o%20entre%20Jornalistas%20e%20Empresas%20%28Briefing%29" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F12%2F09%2Festudo-cidot-pistas-para-uma-relacao-entre-jornalistas-e-empresas%2F&amp;linkname=Estudo%20Cidot%3A%20%E2%80%9CPistas%E2%80%9D%20para%20uma%20rela%C3%A7%C3%A3o%20entre%20Jornalistas%20e%20Empresas%20%28Briefing%29" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F12%2F09%2Festudo-cidot-pistas-para-uma-relacao-entre-jornalistas-e-empresas%2F&amp;linkname=Estudo%20Cidot%3A%20%E2%80%9CPistas%E2%80%9D%20para%20uma%20rela%C3%A7%C3%A3o%20entre%20Jornalistas%20e%20Empresas%20%28Briefing%29" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>La entrada <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/12/09/estudo-cidot-pistas-para-uma-relacao-entre-jornalistas-e-empresas/">Estudo Cidot: “Pistas” para uma relação entre Jornalistas e Empresas (Briefing)</a> se publicó primero en <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com">Estudio de Comunicación</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Los periodistas portugueses piden más exactitud en las informaciones de los Gabinetes de Prensa (El espacio del Dircom)</title>
		<link>https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/12/01/los-periodistas-portugueses-piden-mas-exactitud-en-las-informaciones-de-los-gabinetes-de-prensa-el-espacio-del-dircom/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 15:43:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091202CLI-ESTUDIO-Los%20periodistas%20portugueses%20piden%20m%C3%A1s%20exactitud%20en%20las%20informaciones%20de%20los%20gabinetes%20de%20prensa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-999" title="espacio dircom_portugal" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2010/03/espacio-dircom_portugal.jpg" alt="espacio dircom_portugal" width="251" height="307" /></a>Los periodistas portugueses demandan más rigor informativo por parte de los gabinetes de prensa de las empresas y las consultoras de comunicación, según se desprende de un informe elaborado por la consultora Estudio de Comunicación en colaboración con Demométrica, en la que se investiga la relación entre periodistas y empresas en aquel país. Una de las principales conclusiones del estudio es que, según los informadores encuestados, el 80 % de la información que les llega es sencillamente "impublicable".</p>
<p>La entrada <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/12/01/los-periodistas-portugueses-piden-mas-exactitud-en-las-informaciones-de-los-gabinetes-de-prensa-el-espacio-del-dircom/">Los periodistas portugueses piden más exactitud en las informaciones de los Gabinetes de Prensa (El espacio del Dircom)</a> se publicó primero en <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com">Estudio de Comunicación</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091202CLI-ESTUDIO-Los%20periodistas%20portugueses%20piden%20m%C3%A1s%20exactitud%20en%20las%20informaciones%20de%20los%20gabinetes%20de%20prensa.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-999" title="espacio dircom_portugal" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2010/03/espacio-dircom_portugal.jpg" alt="espacio dircom_portugal" width="251" height="307" /></a>Los periodistas portugueses demandan más rigor informativo por parte de los gabinetes de prensa de las empresas y las consultoras de comunicación, según se desprende de un informe elaborado por la consultora Estudio de Comunicación en colaboración con Demométrica, en la que se investiga la relación entre periodistas y empresas en aquel país. Una de las principales conclusiones del estudio es que, según los informadores encuestados, el 80 % de la información que les llega es sencillamente «impublicable».</p>
<p style="text-align: justify;">El informe destaca además que el 99 % de los encuestados coinciden en señalar que el rigor y la exactitud de la información que las empresas envían es lo más importante para ellos; aunque tales condiciones sólo se cumplen en un 20 % de los comunicados enviados por las empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Los periodistas portugueses se lamentan de esta manera de que la gran mayoría de las 38 notas de prensa que reciben de media diaria, están elaboradas con mentalidad propagandística, más que periodística. Además, casi el 58 % de dicen no tener el suficiente tiempo para analizar adecuadamente todos los comunicados recibidos para elegir los más interesantes.</p>
<p style="text-align: justify;">La gran mayoría de los periodistas portugueses, el 80 %, creen que el correo electrónico es el canal más práctico para recibir informaciones, pero siguen confiando en sus contactos personales y en las llamadas telefónicas directas a los departamentos de comunicación de las empresas e instituciones.</p>
<p style="text-align: justify;">El estudio se ha llevado a cabo gracias a la colaboración de 238 profesionales con cargos y responsabilidades en medios de comunicación: directores, redactores jefe y jefes de sección.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F12%2F01%2Flos-periodistas-portugueses-piden-mas-exactitud-en-las-informaciones-de-los-gabinetes-de-prensa-el-espacio-del-dircom%2F&amp;linkname=Los%20periodistas%20portugueses%20piden%20m%C3%A1s%20exactitud%20en%20las%20informaciones%20de%20los%20Gabinetes%20de%20Prensa%20%28El%20espacio%20del%20Dircom%29" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F12%2F01%2Flos-periodistas-portugueses-piden-mas-exactitud-en-las-informaciones-de-los-gabinetes-de-prensa-el-espacio-del-dircom%2F&amp;linkname=Los%20periodistas%20portugueses%20piden%20m%C3%A1s%20exactitud%20en%20las%20informaciones%20de%20los%20Gabinetes%20de%20Prensa%20%28El%20espacio%20del%20Dircom%29" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F12%2F01%2Flos-periodistas-portugueses-piden-mas-exactitud-en-las-informaciones-de-los-gabinetes-de-prensa-el-espacio-del-dircom%2F&amp;linkname=Los%20periodistas%20portugueses%20piden%20m%C3%A1s%20exactitud%20en%20las%20informaciones%20de%20los%20Gabinetes%20de%20Prensa%20%28El%20espacio%20del%20Dircom%29" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F12%2F01%2Flos-periodistas-portugueses-piden-mas-exactitud-en-las-informaciones-de-los-gabinetes-de-prensa-el-espacio-del-dircom%2F&amp;linkname=Los%20periodistas%20portugueses%20piden%20m%C3%A1s%20exactitud%20en%20las%20informaciones%20de%20los%20Gabinetes%20de%20Prensa%20%28El%20espacio%20del%20Dircom%29" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>La entrada <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/12/01/los-periodistas-portugueses-piden-mas-exactitud-en-las-informaciones-de-los-gabinetes-de-prensa-el-espacio-del-dircom/">Los periodistas portugueses piden más exactitud en las informaciones de los Gabinetes de Prensa (El espacio del Dircom)</a> se publicó primero en <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com">Estudio de Comunicación</a>.</p>
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		<item>
		<title>Periodistas piden más rigor, según Estudio de Comunicación (PR Noticias)</title>
		<link>https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/11/30/periodistas-piden-mas-rigor-segun-estudio-de-comunicacion-pr-noticias/</link>
		
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:19:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091130CLI-ESTUDIO-Los%20periodistas%20piden%20mas%20rigor.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1014" title="pr_portugal" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2009/11/pr_portugal.jpg" alt="pr_portugal" width="205" height="330" /></a>Con este informe, Estudio de Comunicación y Demométrica tratan de indagar en la relación entre periodistas y empresas. El 80% de la información que les llega es impublicable.</p>
<p style="text-align: justify;">El 99 % de los encuestados coinciden en señalar que el rigor y la exactitud de la información que las empresas envían es lo más importante para ellos. Sin embargo, tales condiciones sólo se cumplen en un 20 % de los comunicados enviados por las empresas, unas 38 notas de prensa al día. Se quejan de que no están elaboradas con mentalidad periodística, y sí propagandística. Además, casi el 58% de ellos dicen 'no tener tiempo' para analizar correctamente todos los comunicados recibidos y elegir sólo los interesantes.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/11/30/periodistas-piden-mas-rigor-segun-estudio-de-comunicacion-pr-noticias/">Periodistas piden más rigor, según Estudio de Comunicación (PR Noticias)</a> se publicó primero en <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com">Estudio de Comunicación</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091130CLI-ESTUDIO-Los%20periodistas%20piden%20mas%20rigor.jpg"><img decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1014" title="pr_portugal" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2009/11/pr_portugal.jpg" alt="pr_portugal" width="205" height="330" /></a>Con este informe, Estudio de Comunicación y Demométrica tratan de indagar en la relación entre periodistas y empresas. El 80% de la información que les llega es impublicable.</p>
<p style="text-align: justify;">El 99 % de los encuestados coinciden en señalar que el rigor y la exactitud de la información que las empresas envían es lo más importante para ellos. Sin embargo, tales condiciones sólo se cumplen en un 20 % de los comunicados enviados por las empresas, unas 38 notas de prensa al día. Se quejan de que no están elaboradas con mentalidad periodística, y sí propagandística. Además, casi el 58% de ellos dicen &#8216;no tener tiempo&#8217; para analizar correctamente todos los comunicados recibidos y elegir sólo los interesantes.</p>
<p style="text-align: justify;">La gran mayoría de los periodistas portugueses (80%) creen que el correo electrónico es el canal más práctico para recibir informaciones, pero siguen confiando en sus contactos personales y en las llamadas telefónicas directas a los departamentos de comunicación de las empresas e instituciones. Curiosamente, la fuente a la que menos fiabilidad otorgan es a la página web.</p>
<p style="text-align: justify;">En cuanto a su trabajo diario, los informadores del país vecino aseguran que suelen ocupar 6 horas de su tiempo en la elaboración de una noticia. Afirman que pasan el 65 % de su tiempo en las redacciones y el tiempo restante lo emplean en recabar información, acudir a entrevista o ruedas de prensa. El estudio se ha llevado a cabo gracias a las respuestas de 238 profesionales con cargos y responsabilidades en medios de comunicación: directores, redactores jefe y jefes de sección.</p>
<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F11%2F30%2Fperiodistas-piden-mas-rigor-segun-estudio-de-comunicacion-pr-noticias%2F&amp;linkname=Periodistas%20piden%20m%C3%A1s%20rigor%2C%20seg%C3%BAn%20Estudio%20de%20Comunicaci%C3%B3n%20%28PR%20Noticias%29" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F11%2F30%2Fperiodistas-piden-mas-rigor-segun-estudio-de-comunicacion-pr-noticias%2F&amp;linkname=Periodistas%20piden%20m%C3%A1s%20rigor%2C%20seg%C3%BAn%20Estudio%20de%20Comunicaci%C3%B3n%20%28PR%20Noticias%29" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F11%2F30%2Fperiodistas-piden-mas-rigor-segun-estudio-de-comunicacion-pr-noticias%2F&amp;linkname=Periodistas%20piden%20m%C3%A1s%20rigor%2C%20seg%C3%BAn%20Estudio%20de%20Comunicaci%C3%B3n%20%28PR%20Noticias%29" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_email" href="https://www.addtoany.com/add_to/email?linkurl=https%3A%2F%2Fwww.estudiodecomunicacion.com%2F2009%2F11%2F30%2Fperiodistas-piden-mas-rigor-segun-estudio-de-comunicacion-pr-noticias%2F&amp;linkname=Periodistas%20piden%20m%C3%A1s%20rigor%2C%20seg%C3%BAn%20Estudio%20de%20Comunicaci%C3%B3n%20%28PR%20Noticias%29" title="Email" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>La entrada <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/11/30/periodistas-piden-mas-rigor-segun-estudio-de-comunicacion-pr-noticias/">Periodistas piden más rigor, según Estudio de Comunicación (PR Noticias)</a> se publicó primero en <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com">Estudio de Comunicación</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Los periodistas portugueses piden a las empresas más veracidad, exactitud y rigor (El Programa de la Publicidad)</title>
		<link>https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/11/30/los-periodistas-portugueses-piden-a-las-empresas-mas-veracidad-exactitud-y-rigor-el-programa-de-la-publicidad/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[User-Z45]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:01:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cidot]]></category>
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		<category><![CDATA[Estudio de Comunicación Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[relación entre periodistas y empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091130CLI-ESTUDIO-Los%20periodistas%20portugueses%20piden%20a%20las%20empresas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1009" title="programa publi_portugal" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2010/03/programa-publi_portugal.jpg" alt="programa publi_portugal" width="304" height="176" /></a>De una media de 38 notas de prensa recibidas al día, apenas el 21% son publicables, lo que significa que casi el 80% de la información recibida no es apta para ser divulgada en los diferentes Medios, medida similar a la de las redacciones españolas, que lo reducen al 15% según otros estudios. La mayoría de los periodistas coinciden en que las notas de prensa no tienen información suficiente, no son elaboradas con mentalidad periodística y son demasiado publicitarias.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/11/30/los-periodistas-portugueses-piden-a-las-empresas-mas-veracidad-exactitud-y-rigor-el-programa-de-la-publicidad/">Los periodistas portugueses piden a las empresas más veracidad, exactitud y rigor (El Programa de la Publicidad)</a> se publicó primero en <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com">Estudio de Comunicación</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091130CLI-ESTUDIO-Los%20periodistas%20portugueses%20piden%20a%20las%20empresas.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1009" title="programa publi_portugal" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2010/03/programa-publi_portugal.jpg" alt="programa publi_portugal" width="304" height="176" /></a>De una media de 38 notas de prensa recibidas al día, apenas el 21% son publicables, lo que significa que casi el 80% de la información recibida no es apta para ser divulgada en los diferentes Medios, medida similar a la de las redacciones españolas, que lo reducen al 15% según otros estudios. La mayoría de los periodistas coinciden en que las notas de prensa no tienen información suficiente, no son elaboradas con mentalidad periodística y son demasiado publicitarias. Para leer la noticia completa, <strong><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091130CLI-ESTUDIO-Los%20periodistas%20portugueses%20piden%20a%20las%20empresas.jpg" target="_blank">pinche aquí.</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Relação entre empresas e media vista por directores e chefes (Clube de Jornalistas)</title>
		<link>https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/11/18/relacao-entre-empresas-e-media-vista-por-directores-e-chefes-clube-de-jornalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[User-Z45]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EC en los medios]]></category>
		<category><![CDATA[Lo que dicen de nosotros]]></category>
		<category><![CDATA[Cidot]]></category>
		<category><![CDATA[estudio]]></category>
		<category><![CDATA[Estudio de Comunicación Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[relación entre periodistas y empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091118CLI-ESTUDIO-clube%20de%20jornalistasESTUDIOPERIODISTASPORTUGAL.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1005" title="clube" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2010/03/clube.jpg" alt="clube" width="291" height="228" /></a>O estudo mais completo de sempre sobre a forma como os media e os jornalistas portugueses se relacionam com as empresas foi apresentado ontem em Lisboa pela agência Cidot – Estúdio de Comunicação. A agência entrevistou 238 directores, chefes de redacção e editores, num universo de cerca de meio milhar de responsáveis por jornais, rádios, televisões agências e meios digitais, de âmbito nacional ou regional.</p>
<p>La entrada <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/11/18/relacao-entre-empresas-e-media-vista-por-directores-e-chefes-clube-de-jornalistas/">Relação entre empresas e media vista por directores e chefes (Clube de Jornalistas)</a> se publicó primero en <a href="https://www.estudiodecomunicacion.com">Estudio de Comunicación</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091118CLI-ESTUDIO-clube%20de%20jornalistasESTUDIOPERIODISTASPORTUGAL.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-1005" title="clube" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2010/03/clube.jpg" alt="clube" width="291" height="228" /></a>O estudo mais completo de sempre sobre a forma como os media e os jornalistas portugueses se relacionam com as empresas foi apresentado ontem em Lisboa pela agência Cidot – Estúdio de Comunicação. A agência entrevistou 238 directores, chefes de redacção e editores, num universo de cerca de meio milhar de responsáveis por jornais, rádios, televisões agências e meios digitais, de âmbito nacional ou regional.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as conclusões significativas está, por exemplo, o número médio de 38 notas e comunicados de imprensa que os entrevistados afirmam receber diariamente de empresas e instituições. Desse total, afirmam, apenas 21% são publicáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O CJ Online disponibiliza aqui, na íntegra, tanto o estudo como as tabelas com o registo quantificado das respostas. Para leer el artículo completo, <strong><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091118CLI-ESTUDIO-clube%20de%20jornalistasESTUDIOPERIODISTASPORTUGAL.jpg" target="_blank">pinche aquí.</a></strong></p>
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		<title>Contactos pessoais são as fontes mais credíveis (Diario de Noticias)</title>
		<link>https://www.estudiodecomunicacion.com/2009/11/18/contactos-pessoais-sao-as-fontes-mais-crediveis-diario-de-noticias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[User-Z45]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:52:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EC en los medios]]></category>
		<category><![CDATA[Lo que dicen de nosotros]]></category>
		<category><![CDATA[Cidot]]></category>
		<category><![CDATA[estudio]]></category>
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		<category><![CDATA[relación entre periodistas y empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091118CLI-ESTUDIO-diario%20de%20noticiasESTUDIOPERIODISTASPORTUGAL.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1002" title="diario noticias" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2010/03/diario-noticias-206x300.jpg" alt="diario noticias" width="206" height="300" /></a>Os jornalistas confiam, sobretudo, nos seus contactos pessoais. De acordo com o estudo Jornalistas e Empresa. Pistas para uma relação necessária, ontem apresentado, 77,3% dos 238 chefes de redacção e editores de secção inquiridos referem os contactos pessoais como as fontes mais credíveis para obter informação relativa a empresa e instituições. A seguir surgem os departamentos de comunicação das empresas, sendo que os porta--vozes oficiais apenas transmite confiança a 35,7% dos jornalistas. Em último lugar surgem as páginas de Internet das empresas (18,1%).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.estudiodecomunicacion.com/ec/imagenes_presencia/091118CLI-ESTUDIO-diario%20de%20noticiasESTUDIOPERIODISTASPORTUGAL.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-1002" title="diario noticias" src="http://www.intranetestudio.com/extranet/wp-content/uploads/2010/03/diario-noticias-206x300.jpg" alt="diario noticias" width="206" height="300" /></a>Os jornalistas confiam, sobretudo, nos seus contactos pessoais. De acordo com o estudo Jornalistas e Empresa. Pistas para uma relação necessária, ontem apresentado, 77,3% dos 238 chefes de redacção e editores de secção inquiridos referem os contactos pessoais como as fontes mais credíveis para obter informação relativa a empresa e instituições. A seguir surgem os departamentos de comunicação das empresas, sendo que os porta&#8211;vozes oficiais apenas transmite confiança a 35,7% dos jornalistas. Em último lugar surgem as páginas de Internet das empresas (18,1%).</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo, realizado pela Cidot Estúdio de Comunicação, analisou ainda a forma como os jornalistas preferem receber a informação sobre empresas e instituições. O correio electrónico foi apontado por 80,7% dos inquiridos como o meio mais prático para recepção de informação, sendo que também é através deste meio que a esmagadora maioria dos jornalistas (97,5%) afirma receber habitualmente as informações. E 70,6% refere que prefere receber o correio electrónico na sua caixa de correio pessoal e não no da secção em que trabalha.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao volume de comunicados de imprensa recebidos diariamente, a média situa-se nos 38, embora a distribuição varie entre os 33 e os 37 referidos pelos correspondentes e jornalistas de imprensa escrita e os 46 e 47 assinalados pelos profissionais de televisão e rádio, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Analisando a qualidade da informação enviada através das notas de imprensa, os responsáveis editoriais inquiridos consideram que 21% dos comunicados recebidos são publicáveis, ou seja, a esmagadora maioria não é útil para a divulgação da informação que se pretende comunicar.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, 57,6% dos inquiridos considera que devido ao número de comunicados de imprensa recebidos, normalmente não tem tempo para os analisar e determinar quais os mais interessantes. 71% dos jornalistas considera que metade ou mais dos eventos ou acções informativas para que são convidados têm efectivamente interesse e cerca de 28% refere que se justifica a deslocação ao evento, destacando três razões: obtenção de declarações dos protagonistas, obtenção de recursos extras para elaborar a informação e possibilidade de ter uma visão diferente da dos outros jornalistas.</p>
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